Textos sobre psicanálise, escuta e cuidado, escritos sem pressa, no fogo baixo, para quem chega até aqui.
As estórias
A gente se apaixona por um retrato que pinta do outro. Quando a tinta racha na decepção, ou a moldura cai na traição, aparece a pessoa real por baixo. Uma leitura winnicottiana.
Ler o texto →
O nevoeiro, o sol negro de Kristeva, e a ideia surpreendente de Winnicott: a depressão que, cuidada, guarda o germe da própria recuperação. Ao lado do tratamento.
Ler o texto →
Vão além da anorexia e da bulimia em jovens, e atingem homens também. A despensa, a leitura winnicottiana, e onde buscar ajuda. Sempre ao lado do tratamento.
Ler o texto →
A mania e a depressão contadas como um rio que enche e seca. Uma leitura psicanalítica (Bollas), sempre ao lado do tratamento médico, nunca no lugar dele.
Ler o texto →
Narciso não se amava, morria de sede de um rosto que o visse. O mito relido por Winnicott: a função-espelho, o falso self e a dó no lugar do desprezo.
Ler o texto →
O mito do analista frio e distante, e o que existe de real: o enquadre, a reserva e o holding como forma de cuidado.
Ler o texto →
São parentes, mas não a mesma coisa. A diferença entre psicanálise, psicologia e psiquiatria, e o que de fato forma um analista. Com uma analogia de trilha.
Ler o texto →
A estrela que brilha demais, a abelha que se acaba pela colmeia e o disjuntor que queima pra proteger a casa. Um causo sobre o esgotamento, e o caminho do meio.
Ler o texto →
Um causo de fogueira: o Curupira, que faz correr do que ainda nem é, e a Pisadeira, que senta no peito. E como a escuta acalma as duas.
Ler o texto →
O nome antes do diploma: por que uma casa e uma flor de camomila, o cuidado sem alarde e o desejo de receber antes de perguntar.
Ler o texto →